Capitulo 3: Metapod e Chikorita

Notas Iniciais: Gente me perdoem pela demora imensa desse capítulo, porém ele acabou chegando e é um dos meus preferidos da fic, ainda que seja imenso também, e a fic terá caps extensos também, espero que consigam se acostumar.




Capitulo 3: Metapod e Chikorita!

A Cidade de Cherrygrove, era conhecida por ter uma pequena praia com rochas e corais magníficos, atraindo turistas de todas as partes do mundo, os moradores do local faziam questão de cuidar desse bioma e assim garantir a atração turística.

No outro dia aconteceria o famoso Medicinal Competition, no centro pokemon da cidade, o Enfermeiro Chefe do centro pokemon de Cherrygrove era famoso por seu vasto conhecimento em técnicas para curar veneno e paralisia, fora a cura tradicional

Porém não é isso que nos interessa por hora, o dia mal raiara, e um jovem de cabelos ruivos que atravessara a rota incansavelmente com um pequeno monstrinho de folha verde na cabeça ao seu lado, se encontrava atravessando a cidade, indo em direção à rota seguinte.

Atravessar a rota em si não o interessava, mas sim um lugar em que pudesse treinar, olhando ao redor, percebeu um rio onde uma boa quantidade de pedras se encontrava.




                                                                                                       

“Parece ser o local perfeito para iniciarmos um treinamento” Silver comentou com ninguém em especifico.




“Chiko!” A pequena criatura assentiu sorridente, porém preocupada com o tipo de treinamento que ela teria que fazer.

Sem dizer nada o garoto seguiu em direção ao rio e Chikorita se pôs a acompanha-lo, deixando suas coisas abaixo de uma árvore, dali conseguia visualizar o resto da rota que logo atravessaria, em seguida ajoelhou-se em frente ao rio e retirou água com a mão em concha lavando o rosto e umedecendo suas madeixas ruivas.

Sua companheira observava seu reflexo no espelho das águas, concluindo por fim que tanto ela quanto sua folha mantinham sua beleza em dia, e logo percebeu que seu treinador a fitava.

“Ri, Ri, Chiko, Chiko” Comentou a mesma acerca da rota, chegando perto do garoto, porém sem toca-lo, o ar, e as gramas verdejantes do local encantavam-na, ela nunca havia saído do laboratório e tudo era incrivelmente novo para ela.



“Você tem razão, essa rota é tudo que eu esperava descobrir...porém precisamos iniciar nosso treinamento, você precisa ficar forte!” Silver disse autoritário e se levantou em seguida, enquanto a pequena o acompanhava.

Ambos ficaram diante de uma rocha consideravelmente grande.

“Rochas não são adversários dignos, já que não estão vivas, mas no seu caso terá que começar com elas, quero que destrua essa rocha até o céu estar claro por completo” O garoto disse.

“CHIKO?” A criatura de grama não conseguiu evitar se assustar.

“Por acaso você não consegue? Você é um pokemon, certo?” Silver perguntou começando a decepcionar-se.

“Chi...chikori, chiko!” A pequena refletiu, lembrando-se que fora a ultima a ser escolhida, não podia decepcionar seu treinador, ele tinha razão, ela era um pokemon e faria de tudo para continuar sendo aceita por ele.



“Muito bem, vamos começar com...Tackle!” Gritou colocando as mãos no bolso.





Rebolando sua folha para trás, Chikorita pegou impulso e em seguida desatou a correr com velocidade, por fim jogando-se contra a pedra, causando um forte impacto, porém não provocando dano nenhum, caindo no chão em seguida com seu corpo todo dolorido.




“Você quase me fez acreditar que iria conseguir, precisa treinar mais isso, tente o Razor Leaf dessa vez!” Ditou quase sem se movimentar.




Mesmo com a dificuldade em se levantar, se pôs de pé, a pequena saltou erguendo sua folha para o alto, e em seguida a sacudiu duas vezes, atirando duas folhas afiadas, essas também atingiram a rocha, provocando mais dano que o ataque anterior, porém ainda não era tão visível.

“Rita?” Perguntou esperançosa.




“Esse talvez tenha sido melhor, certo esses são seus únicos golpes ofensivos, pratique-o na ordem que eu disse e se conseguir quebrar a pedra terá dado resultado, caso não, terá que quebrar duas, e lembrem-se antes do céu ficar claro por completo” O ruivo avisou distanciando-se da pequena, deitando-se abaixo das árvores.

“Chiko!” Determinada a cumprir a tarefa, a mesma pôs-se a treinar.




Corria se jogando contra a pedra para depois cair no chão e saltava atirando duas, três, quatro ou cinco laminas de folhas, movia-se com a certeza de que conseguiria agradar seu treinador e disparava de acordo com a força dos seus sentimentos para lutar.

“Chi...Chi...Ko...Ko...ChiiiiKO!” Arfando, a mesma se preparou e pôs-se a correr com tudo na direção da rocha se jogando contra ela, provocando uma rachadura no meio, porém ainda não a partira.

Faltava já pouco para o céu clarear-se por completo, Chikorita jogada no chão, observou sua adversária, que segundo seu treinador ainda não era digna, e logo depois fitara o céu, sua mente processou as informações concluindo que não conseguiria.

Não tinha força o suficiente pra lutar com algo indigno, não conseguia cumprir nada que ele havia lhe dito, nem conseguia se consagrar como um pokemon que era, lágrimas já rolavam pela face da monstrinha.




Porém uma ultima centelha acendeu dentro da mesma, ela se concentrou pela ultima vez e ergueu sua folha, a mesma armazenou energia e reagiu em seguida brilhando, jogou a para o lado e em seguida a sacudiu soltando uma saraivada de laminas folhosas.

Todas atingiram a rocha, fatiando-a em vários pedaços e finalmente a quebrando com o golpe certeiro, alguns instantes depois o céu se clareou por completo, ela finalmente conseguira, superara o seu desafio.

“Chiko, Chiko!” Animada voltou-se para seu treinador que preparava o almoço.

“Parabéns por cumprir sua obrigação, agora se limpe no rio e venha para almoçarmos” O garoto disse.

Assentindo feliz, andou até o rio, vendo novamente seu reflexo nas águas, ficando triste e magoada, sua folha estava totalmente marcada e abatida, sua pele totalmente ferida, suja e com ferozes marcas.

A Beleza que tanto presava em si, fora reduzida, pensou em chorar, porém o parabéns de seu treinador já bastava, mergulhando no rio para tirar a sujeira, e depois de um tempo ressurgiu dali renovada, daria um jeito de cuidar disso depois.

Os dois almoçaram, Silver se perguntava como seria o resto do mundo, se somente aquela parte já era maravilhosa, ele acreditava que o além seria ainda mais belo, porém ele não podia ir agora precisaria que Chirokita o protegesse e ela ainda não se esforçava tanto.

O fim de tarde chegou e com ele o por do sol, sentando-se abaixo da árvore e abraçando os joelhos, o ruivo observava o astro se preparar para adormecer, fazendo um sinal para Chikorita se juntar a ele.

Ambos fitavam o Sol desaparecer, o garoto não parava de imaginar mil situações diferentes que ele viveria dali pra frente e mal esperava para que acontecessem, enquanto a criaturinha de grama se aconchegara ao seu lado.

Acreditando que ele também desfrutava de sua companhia e acreditava nela, tanto quanto ela acreditava nele, Chikorita se permitiu dormir, renovando suas energias para o dia seguinte.




“Já é mais de meio dia provavelmente, mas o que importa é que finalmente chegamos em Cherrygrove city, Totodile!” Kris gritou empolgada podendo visualizar a cidade de longe.

“Toto-Toto!” Maravilhado com a visão, o crocodilo partilhava da mesma empolgação que sua treinadora, ambos estavam cansados, os dois conversaram, sorriram e se divertiram enquanto andavam pela rota, porém ver árvores e grama o tempo todo uma hora enjoava.

E nesse ritmo, os dois finalmente adentraram a cidade, para Kris foi reconfortante sentir novamente o cheio característico do mar da cidade, enquanto Totodile sentiu pela primeira vez e graças a grande conexão com a água, aquele local lhe fazia sentir muito bem.

“Kris! Vejo que esta de volta, e olha só! Com um pokemon” Um senhor comentou com a garota.

“Sim, eu sai justo para pegar meu primeiro pokemon e escolhi um Totodile, diga oi, esse é o senhor Marx, um velho amigo da minha família” Kris explicou ao crocodilo que assentiu.

“Dile-Toto-toto!” O pequeno saiu detrás da treinadora acenando como sinal de cumprimento o que fez o senhor rir.

“Muito prazer também, não sou médico, mas vejo que é um Totodile saudável, e acredito que a sinergia dos dois é magnifica, boa sorte na sua jornada querida, agora eu vou comprar algumas ferramentas para um novo projeto” Disse e com isso partiu rumo a uma loja.

Os dois se puseram a andar novamente, a garota explicava que o Senhor Marx constantemente fazia projetos que envolviam a criação de mapas, seja de lugares reais ou não, mas ele amava pintar e desenhar esse tipo de coisa.

Em seguida passaram na frente do centro pokemon da cidade, a visão do estabelecimento sempre fora algo natural, ela era amiga do Enfermeiro dali, e era um dos seus locais preferidos, mas agora entraria ali para se inscrever na competição que marcaria sua carreira, Totodile sentia o quanto aquilo soava importante pra ela.



“To...Toto, Toto!” Cutucando a perna da mesma, o inicial tratou de dar o seu apoio e demonstrar que estava ali.



“Obrigada, Totodile, sabe entrar nesse local sempre foi fácil, sempre pensei que teria o meu centro pokemon ou seria uma enfermeira tão boa quanto o Ruan é, mas agora que estou perto de iniciar isso, esse lugar se renovou e soa um pouco assustador entrar nele” Admitiu para seu mascote que assentiu compreendendo as palavras.

“Toto-Toto, Totodile!” O pequeno disse saltando e se pendurando na cabeça da treinadora.

“Ok, vamos entrar juntos nisso!” Assentiu e ambos adentraram o ressinto.


As portas se abriram imediatamente, haviam alguns treinadores sentados conversando sobre estratégias e experiências de viagens, outros aguardavam seus pokemons no local de espera, e no mesmo momento um homem usando um jaleco sobre uma camisa verde e uma calça jeans preta sai de dentro da sala de operações.

Segurando uma bandeja com cerca de 8 pokebolas, os treinadores do local de espera se levantaram imediatamente e todos pegaram suas respectivas pokebolas indo embora logo em seguida.




“Kris, Quanto tempo! Estranhei você não ter vindo aqui me ajudar esses dias” O enfermeiro disse surpreso pela visita da amiga.

“Eu estive complementando meus estudos e também fui pegar meu primeiro pokemon, este é o Totodile, Totodile este é o Ruan, o enfermeiro Chefe da Cidade de Cherrygrove e acho que meu melhor amigo” Kris disse apresentando ambos.

“Muito prazer, sua escolha foi peculiar para uma enfermeira e eu adorei isso, nem sempre precisamos nos prender aos padrões” Disse o mesmo apoiando o cotovelo na bandaca.

“Mag-Mag, Toooon!” Chiava o pokemon imã que flutuava atrás do balcão, Magneton era o companheiro de Ruan, e ambos administravam o centro pokemon dali, ele estava prestes a se tornar um médico pokemon e finalmente estar apto a ter assistentes.

A garota olhou ao redor, a mesma TV plana na parede, os mesmos assentos, a lanchonete do local e alguns vendedores que tinham um contrato com o lugar, tudo parecia igual e isso lhe acalmava de certa forma.

“Acredito que tenha vindo fazer a inscrição para o Medicinal Competition, certo?” O garoto perguntou como se adivinhasse seus pensamentos.

“Sim, o formulário de inscrição esta com você ainda?” Kris perguntou um pouco receosa por entrar no assunto.

“Sim, hoje cerca de cinco pessoas me procuraram para realizar essa inscrição, esta meio nervosa em relação a isso, né?” Perguntou soando natural, o que há relaxou um pouco.

“Estou...não paro de pensar no quão importante esse momento é ou em tudo que ele significa, é o começo de tudo que eu quero, eu não posso ir mal!” Frisou a garota mais uma vez.

Ruan prestava atenção nas palavras de Kris, fitando-a de cima abaixo, Totodile ficou de pé sob a cabeça da garota, e pensava em um jeito de pular no balcão sem bagunçar as coisas que estavam ali.

“Bzzzzzzz” Chiava Magneton que flutuava analisando alguns vasos de plantas que ficavam por ali.

“Eu te entendo totalmente, o sentimento de que algo grande esta começando é sempre muito complexo, pode muitas vezes te deixar eufórico ou depressivo dependendo de como você lida com ele, e você tem a mania de pensar muito nas coisas pelo tempo que te conheço” Ele disse depositando seu olhar na garota.

“Tem razão, nos conhecemos a um bom tempo para eu entender como você lida com os problemas assim como você comigo, mas você sempre parece estar calmo ou sempre parece saber o que fazer, nunca te vi desesperado de fato” Argumentou com a voz um pouco vacilante.

Totodile finalmente concluiu que seria logico pular, então começou os preparativos flexionando as pernas.

“Kris, eu estou sempre desesperado quando tenho que enfrentar algo novo, tipo agora, eu vou me tornar médico e não posso nem imaginar a dimensão que esse cargo pode ter, estou assustado e com duvidas agora mesmo, não sei como vai ser liderar pessoas que estarão ali pra aprender comigo e ter tanta responsabilidade nas minhas costas, porém eu tenho um jeito de lidar com isso, fico tentando balancear as coisas em mim e depois tomar uma atitude” Ruan descrevia sua situação, deixando escapar seus sentimentos.

“Então...eu deveria fazer o mesmo?” Kris perguntou.

“Não disse isso, você tem que encontrar seu próprio método de lidar com as coisas, o que posso te dizer, é que acho que você esta dando importância demais pra esse começo, não que ele não seja importante, mas uma hora você vai ter que começar e não vai ficar nisso pra sempre, vai precisar ir e viver pra continuar” O enfermeiro aconselhou sorrindo.

Foi como se a mente da garota fizesse um “click”, finalmente percebendo algo que não considerou em seus pensamentos, e sua mente passou a acalmar, embora alguns pensamentos ainda continuassem lhe atormentando.

“Suas palavras foram realmente úteis, eu estava precisando mesmo ouvir isso, bem, acho que agora estou pronta para preencher o formulário, pode me dar, por favor?” Respirando fundo perguntou erguendo a mão.

Nesse momento Totodile, ergueu suas pernas e se preparou pra saltar para o banco, porém no meio do ato, foi impedido por Kris que o segurou no colo.

“Toto! Toto! Toto!” Irritado o pequeno se debatia, todo o seu trabalho de analisar o terreno ao seu redor tinha sido em vão.

Ruan pegou uma das folhas do formulário com as questões, perguntas como nome, onde morava, cidade, pokemons, idade, experiências com competições e porque gostaria de se tornar uma estudante na Escola de Medicina de Jotho, Kris respondeu todas as questões e logo entregou a folha para o amigo.

O homem cadastrou todas as informações no site e imprimiu o passe de competidora da garota.




“Eu estou realmente orgulhoso de você por fazer isso, é estranho, mas é muito bom ver você crescer e aos poucos alcançar seu sonho, por isso meus parabéns por essa conquista e acredito que você terá um bom desempenho na competição” Disse estendendo a mão segurando delicadamente o passe.




“Obrigado, Ruan, você é incrível e realmente me acalmou agora, e fico feliz que acredite em mim, me da forças para continuar, mas agora eu vou ter que passar em casa antes que minha mãe surte, até mais” A garota saudou e se virou andando com Totodile em seu colo.

Ambos observavam o passe de competidora que possuía, ela sentia que havia dado um grande passo, mas não podia focar totalmente nisso, agora precisava ir para casa, e com Totodile em seus braços seguiu caminhando rumo à esse objetivo.




Estar diante de sua casa foi reconfortante, parecia que a casa havia mudado por completo enquanto esteve fora, mas a verdade é que a frente seguia intocada desde que ela saíra de casa.

Ergueu uma das mãos e deu as costumeiras três leves batidas no portão da casa.

“Kris, já chegou querida! Entra a porta esta aberta, estou ocupada aqui no quintal separando umas Cheri berrys que foram encomendadas pra amanhã” A mãe gritou do quintal animada.

A garota sempre percebia a mudança de astral da mãe quando ela estava trabalhando, a mãe dizia que se sentia útil assim e que era gratificante fazer isso ao lado de Stantler.

Entrou pela porta e passou pela sala, percorrendo o corredor que levava a cozinha e atravessando a porta que dava para o vasto quintal, onde a mãe fazia sua plantação de berry, haviam cerca de seis canteiros, divididos em pares, no fundo do local.

Dois de occa berry quase totalmente crescidas, outros pareciam oran berry em desenvolvimento e no ultimo ainda não tinha crescido nada, bem próximo aos canteiros, no encontro entre a parede do fundo e da lateral direita, haviam lindas árvores plantadas num espaço somente de terra batida.

Sua mãe estava sentada em uma tabua de madeira com uma caixa de Cheri berry a sua frente e Stantler do seu lado, aparentemente vendo se todas estavam boas, já havia verificado três caixas e ainda faltavam mais duas fora a que já estava vendo.

“É um cliente importante?” Perguntou se aproximando e pegando a outra caixa, sentando-se no chão para ajudar a mãe com o trabalho.

“Sim, ele encomendou 6 caixas de Cheri berry para um evento, e produzi com mais cuidado o que significa que vou ganhar bastante nessas daqui” A senhora informou.

“Pelo visto utilizou um fertilizante diferente na produção delas, cresceram bem mais saudáveis, mudou o fornecedor?” Kris perguntou enquanto inspecionava uma das frutas.

“Não achei que fosse perceber, mas troquei sim, preciso sempre renovar meu modo de produção afinal, obrigado por me ajudar” Vanessa, sua mãe, respondeu com um lindo sorriso no rosto.

“A senhora sabe que isso não é nada, já fazia um tempo que não lhe ajudava direito por conta dos estudos” A menina disse colocando três das frutas já inspecionadas na caixa e colocando mais duas no colo.

“Falando nisso, me conte como pegou seu inicial! Quero todos os detalhes, o que achou do professor?” A mãe disse se voltando novamente para a filha.

“Stan! Stan!” Stantler resmungou pouco interessado na história da garota.

Kris narrou tudo desde que saíra de casa, até a sua chegada no laboratório, o modo como achara o professor interessante e estar na presença de alguém assim valia muito a pena e em como aprendera a lidar com seu Totodile e capturara um Caterpie.

“Ai que incrível! Ainda não entendo como você gosta dessas coisas que envolvem ficar com a cara nos livros o tempo todo, mas é muito gratificante ver você crescer feliz com a possibilidade de realizar seu sonho, já estou ansiosa pra amanhã, aliás me apresente logo aos seus pokemons!” Vanessa cobrou animada.



“Ok, ok! Podem sair, porém se comportem!” A garota disse enquanto pegou as duas pokebolas da cintura e atirou no ar.






As esferas se abriram instantes depois liberando feixes de luzes no terreno, revelando em seguida o pequeno crocodilo azul e a lagarta de chifre rosado, que não parecia animada.

“Olha só o que temos aqui, olá pequenino, minha filha fez uma ótima escolha, você é lindo! E vejam só você também, é muito fofo com esses olhinhos!” A senhora sorriu cumprimentando ambos os pokemons.

“Toto-Totodile!” O pequeno dava alguns pulinhos e sorria.

“Pie-Pie!” Empolgou-se a lagarta e Kris ficou incrédula.

“Vamos Stantler cumprimente os pokemons da Kris, sei que você não gosta muito dela, mas eles são pokemons, é diferente não é? Desculpem queridos, a Kris quando pequena infernizava a vida do meu querido pokemon, até que ele pegou um ódio dela que ninguém tira!” A senhora informou para os dois pokemons que sorriram bastante, enquanto Stantler seguia emburrado assim como Kris.

“Mãe! Isso, acaba com a minha imagem na frente dos pokemons que acabei de pegar!” A garota comentou sarcástica.

“Stan-tler!” Debochou a rena.

Depois de alguns instantes de confraternização, Vanessa aproveitou que as duas tem um pokemon e propôs uma batalha, afinal mesmo não sendo treinadora, ela conhecia algumas técnicas de batalha pokemon e precisando ganhar mais experiência na área, Kris aceitou, uma maneira diferente de mãe e filha passarem um tempo.



Ambas se colocaram opostas no campo de batalha improvisado no quintal, com Vanessa na direita e Kris na esquerda, essa ultima possuía a pokebola de Totodile em mãos já que Caterpie ficaria perto do portão assistindo tudo, pois ela ainda não se sentia tão ligada a ele para usa-lo em batalha e como seria contra sua mãe, queria que a batalha fosse mais concreta do que experimental.

“Muito bem, não competimos em nada oficial, porém não iremos facilitar pra você querida, Stantler avance!” A mãe comandou erguendo uma das mãos para frente.

“Staaaant!” Gritou a rena orgulhosa se posicionando em frente a mãe pronta para a batalha.



“Ainda não sei batalhar corretamente, mas vou fazer o melhor que puder, Totodile, pode sair!” Kris gritou se empolgando e atirando a pokebola no ar, libertando seu inicial no campo de batalha.

“Pie!” Incentivou o inseto de longe, o que deixou a garota comovida, ela estava se acostumando a essa vida de treinadora.

“Pode começar querida, eu deixo” Vanessa cedeu.




“O melhor a se fazer é um ataque a distancia, muito bem Totodile vamos começar com Water Gun!” Inclinando-se para frente comandou erguendo a mão.

“Bem contra taque com Shadow Ball!” A senhora comandou em seguida.



Concentrando-se enquanto dava dois pulinhos, o crocodilo concentrou água em seu interior, em seguida esguichando com força um jato na direção da rena buscando acerta-la.



Stantler por sua vez ergueu seus chifres que brilharam em um tom negro, criando uma esfera e a disparando com grande poder, os dois golpes se encontraram no ar causando uma explosão seguida de uma fina nuvem de fumaça, revelando a esfera negra ainda seguindo seu curso buscando acertar Totodile.



“D-Desvie agora!” Gritou surpresa com o desenrolar dos acontecimentos.

O crocodilo mal teve tempo de se jogar no chão, quando a esfera explodiu ao seu lado causando uma explosão seguida de uma nuvem negra de fumaça que baixou logo em seguida.

“Aprendi com o tempo que numa batalha, você deve sempre estar atenta as reviravoltas enquanto a partida durar” Vanessa aconselhou sorrindo, já tivera algumas batalhas com Stantler, não sabia totalmente do assunto, mas dominava uma coisa ou outra.

“Estar atenta, ok, eu realmente preciso melhorar nisso se quiser competir amanhã e dar um desempenho melhor pro Totodile em batalha!” Cobrou-se enquanto observava seu monstrinho se levantar.

“Espero que a estratégia que andei treinando funcione, Sunny Day!” Comandou a senhora erguendo as duas mão para o alto.



“Preciso atacar, Water Gun de novo!” Kris gritou tomando coragem para fazer algo.

Stantler ergueu ambas as suas galhadas que começaram a brilhar num tom de fogo e em seguida a luz do sol pouco há pouco se tornou mais intensa naquele ambiente assim como o calor.




O Crocodilo seguindo o comando da treinadora soltou um novo esguicho de água, porém graças à condição de tempo estabelecida por seu adversário, o ataque saiu mais fraco que de costume acertando Stantler, mas quase não provocando dano.

“Tempo de sol diminui os efeitos dos ataques aquáticos querida” A mãe provocou ansiosa para ver o que a filha faria.

“Certo, já que não tem outro jeito, teremos que atacar! Totodile avance com Scratch!” A aspirante a médica comandou firme.



Relutante, porém como se tratava de uma batalha, o pequeno não negou o comando, indo rapidamente em direção ao adversário, erguendo suas garras brilhando pronto para desferir um comando.

“Shadow Ball!” Vanessa gritou confiante.



Stantler com um olhar superior, ergueu a cabeça criando uma esfera feita de energia negra e em seguida a disparou com grande potencia, causando uma explosão e atirando Totodile no ar.

“TOTODILE!” Gritou desesperada ao ver seu inicial no ar.

“Nosso nível de experiência é claramente diferente querida e tanto eu quanto você sabíamos disso, você sempre foi brilhante no campo da mente, mas batalhas são muito mais do que isso e você vai lutar, precisa ficar preparada, finalize com SolarBeam!” Gritou com a voz autoritária como se selasse o destino da garota e seu pokemon.

Kris ficou perplexa com a sabedoria da mãe nesse quesito e o quanto elas pareceram distantes uma da outra nesse quesito de experiência.



Stantler ergueu os chifres carregando uma esfera de energia solar que se fortificou graças ao sol intenso e soltou um feixe de luz com um enorme grau de poder, explodindo no inicial de água, enquanto a garota observava tudo sem fazer poder fazer nada e principalmente sem ter nenhuma outra ideia na mente.

Totodile caiu no chão inconsciente dado a vitória do combate a sua mãe, fato que todos já sabiam, mas a forma como aconteceu chocou a garota que foi em direção ao seu pokemon caído no chão e percebeu que estava com lágrimas nos olhos.

“Desculpe, eu prometo melhorar nas batalhas daqui pra frente, por nós três” Kris disse sorrindo.

“Toto...” O crocodilo sorriu um pouco tonto.

A lagarta comovida correu de encontro a sua treinadora e o seu companheiro de equipe, se sentia um pouco deslocada, mas depois da batalha se sentiu mais parte da equipe de um jeito estranho, porém de repente a sensação estranha se apossou do seu corpo.

Era uma força dentro de si que não conhecia, algo que parecia querer mudar tudo e quanto mais isso crescia, mais lhe dava medo de encarar, se contorcendo e gritando enquanto sua barriga brilhava e o inseto tentava parar com aquilo.



“Caterpie! O que esta acontecendo, você esta sentindo alguma dor? Ou esta doente?” Kris perguntou procurando mentalmente uma doença com aqueles sintomas, mas a emoção da batalha a deixara atordoada.

“Não, ele esta no período de evoluir, mas diferente dos outros pokemons, o seu Caterpie parece ter medo da evolução, não sei como isso é para ele, mas provavelmente não é tão confortável quanto pensamos” A senhora observou.

“Stan...” Stantler abrandou um pouco, vendo o estado da lagarta, mas sem saber o que fazer, já que ele não passaria por esse processo.



“Tudo bem, eu já ouvi falar em bloqueio de evolução, é uma técnica que li bem pouco sobre, precisamos parar isso pra você se acalmar, primeiro preciso que olhe bem nos meus olhos” A garota disse com uma voz calma.



A lagarta relutante e com medo, seguiu seu conselho, lançando lhe um olhar medroso que pediu por socorro, então aos poucos foi acalmando, enquanto Kris fazia um esforço pra manter a expressão serena.

“Agora, só esqueça qualquer sensação dentro de você, concentre-se o máximo em mim e não na energia que esta se acumulando em você, jogue essa energia pra mente  e concentre-se em mim” Kris pediu.

Sem saber como Caterpie acabou direcionando a energia, parando de sentir aquilo e finalmente voltando a se sentir bem, extremamente grato por aquilo, a lagarta saltou nos braços da garota que o abraçou também, sentindo que ambos haviam feito um progresso em seu relacionamento.

“Certo, agora deixe só eu curar o Totodile e iremos a um lugar que gosto muito, para podermos conversar de forma correta” A aspirante a médica garantiu olhando para o seu inicial que continuava caído no chão sem forças e depois para sua mãe que assentiu com a cabeça.




Após finalizar a cura do crocodilo, a garota saiu da casa e dirigiu-se até o mar acompanhada dos dois monstrinhos, a praia era linda e possuía lindos corais, neles podiam ser vistos alguns Corsola que descansavam em meio a brisa do local.

“Se sentem bem aqui?” Perguntou para os dois.

“Dile-Toto-Toto!” Assentiu o pequeno aquático, respirando e inspirando fundo, para em seguida se jogar nas águas, sendo arrastado pelas ondas.

“Pie...” A lagarta ainda se sentia estranha com seu corpo, se sentia enjoada e continuava com medo da sensação.

“Caterpie, esse é o meu lugar preferido para pensar em questões difíceis, adoro a calma que a brisa do mar me transmite e o barulho das idas e vindas das águas ajuda com isso, você não acha?” Kris perguntou e se sentou ao lado do inseto.

“Carte” Assentiu a mesma depois de refletir um pouco.

Kris estava confusa, e com medo de iniciar aquela conversa, ela obviamente não era um pokemon e não tinha como sentir o que era a evolução, mas partindo do principio de que representava uma grande mudança, tinha uma ideia em mente.

“Escuta, a evolução representa uma mudança muito grande pra você, e encarar o fato de poder mudar sem voltar atrás te deixa com medo certo?” Perguntou tentando soar o mais compreensiva que podia.

“Cater! Pie-Pie, Caterpie!” Tentou explicar a lagarta, ela era uma simples forma de vida e não poder voltar, não ter uma escolha, lhe deixava angustiada, porque ela estava acostumada com a vida que tinha.

“Não é a mesma coisa, mas eu havia decidido que seria médica, e estudei muito, mas poucos dias antes de resolver pegar meu inicial, no caso Totodile, fiquei com medo, já que isso representaria uma mudança gigantesca na minha vida e eu não podia simplesmente voltar atrás ou desistir” Contou abraçando os joelhos.

Caterpie prestava atenção na historia, sem desviar os olhos de sua treinadora. Totodile levantou a cabeça do mar enquanto prestava atenção em ambas conversando, e preferiu se manter longe até que a conversa estivesse acabada.

“Minha mãe me disse que era o meu sonho, e que se eu não arriscasse não saberia, tem sempre a chance de dar errado, mas as vezes você precisa ignorar sua preocupação com o errado e tentar, vim aqui para a praia, refleti e conclui que eu tentaria, é uma questão idiota, mas tenho uma serie de problemas com esse tema, sempre algo vai despertar essa duvida” Kris contava enquanto as recordações dos dias pintavam em sua mente.

“Cater! Pie pie-Ca!” Caterpie disse um pouco preocupada.

“No seu caso, é realmente mais difícil, você não tem a opção da volta, e é justamente por isso que eu te trouxe aqui, preciso que você preste muita atenção no que eu vou te dizer agora” Disse com ênfase nas ultimas palavras.

“Ca-pie!” Assentiu a lagarta fixando o olhar nela, Kris havia percebido que Caterpie tinha essa mania de fixar seu olhar no das pessoas.

“Eu não vou te cobrar a evolução ou reclamar por você não ter evoluído, se quiser ser um Caterpie pra sempre, te apoiarei desse jeito e farei o possível pra você seguir feliz junto comigo e com a equipe que iremos construir ou se decidir evoluir, farei o possível pra tornar essa mudança a melhor pra você e mesmo que sinta medo, tentarei o máximo tira-lo de você, isso são somente conselhos, pois a escolha ainda é sua” A treinadora tentou pronunciar cada silaba para confortar seu pokemon e faze-lo perceber que a escolha era dele, mas que ela estaria ali caso precisasse.

O inseto parou para refletir sobre toda a sua trajetória até ali, o quanto vivera como Caterpie e o quanto gostava de viver assim, as palavras de Kris tiraram um pouco do medo que possuía da mudança, e passou a ter um pouco de curiosidade.



Será que mudar seria tão ruim quanto pensava? Será que ser um Caterpie pra sempre e nunca alcançar o céu como os outros Caterpie que evoluíam até o final valeria realmente a pena? Kris disse que ficaria ao seu lado não importava a situação, não estava sozinho, mas precisava decidir por si mesmo.
Caterpie não sabia o que queria, mas as duas ideias pareciam viáveis agora, o que ele escolheria?

“E então?” Perguntou a garota depois de alguns instantes.

Respirando fundo o inseto assentiu “CaterPIE!”.

A curiosidade e esperança dentro de si chamaram pela mudança, e a lagarta tentaria, a garota sorriu ternamente e garantiu apoia-lo, o que fez Caterpie sorrir mais e de repente a já conhecida sensação chegou.

O inseto se encolheu totalmente, a sensação continuava crescendo em seu interior, energia cada vez se acumulando, começou a gritar, e no mesmo instante a garota o abraçou, confortando-o.
“Esta tudo bem, eu estou com você, fique a vontade para mudar, não vou permitir com que se perca” Garantiu.

Totodile saiu correndo do mar para acompanhar e começou a saltar envolta apoiando o companheiro, com os dois ali, Caterpie se permitiu soltar a energia que andara prendendo por tanto tempo, um brilho preencheu seu corpo, parecia que tudo mudaria, deixou de sentir seu corpo da mesma forma e uma nova forma de sentir a si mesmo aos poucos aparecia, tomando outra forma, sua visão por um momento desapareceu.

Kris viu Caterpie mudar, e quando o brilho cessou revelou a pequena lagarta agora vendo o mundo com os olhos de um Metapod, era estranho, sentia-se presa, mas aquele era o seu corpo agora e ver o mundo de forma diferente era amedrontador, mas Kris e Totodile continuavam ali, eles não haviam mudado.

“Caterpie, quer dizer, Metapod! Você evoluiu! Esta incrível, nunca se esqueça disso, vamos mostrar sua evolução para mamãe e precisamos fazer um treinamento pra você se acostumar com seu novo corpo!” Animada à garota pegou o casulo no colo e se dirigiu correndo para casa com Totodile saltitando logo atrás dela.

Metapod se sentia feliz, mudara bruscamente, mas no fundo se sentia o mesmo, graças a Kris que o fizera enxergar que o Caterpie que fora continuaria sempre ali, de algum jeito.

Notas finais: Gente me desculpem mesmo pelo capítulo imenso e por qualquer erro, mas esse é um capitulo muito importante pra mim e pra história em si, espero que tenham gostado do Caterpie e de todos os personagens e tramas que começam a aparecer aqui, o próximo capítulo é um especial somente da Kris, obrigado por lerem <3 



Comentários

  1. Eai jojo, vou escrever o comentário de novo pq sumiu o outro ;-; tá vou começar. (Obs: eu não escrevo comentários só to fazendo isso pq esse mereceu) Treinamento da chikorita me comoveu bastante todo o esforço dela e toda a pressão que ela tinha sobre ela mesma sobre ser a última a ser escolhida e tentar mostrar ao silver do que ela é capaz nesse treinamento intenso foi muito bom mesmo
    sobre cherrygrove: gostei da ambientação que você fez com base na praia, as pessoas também (Marx, Ruan e treinadores) não foi algo jogado, não foi tanto a fundo mas conseguiu passar a ideia que queria.
    A luta foi bastante interessante gostei do esforço da Kris, mesmo sendo limitado a algumas coisas conseguiu se sair bem (my opinion)
    caterpie (deus lindo) gostei mt mt de como vc tratou essa situação toda pra ele assim como o processo de evolução e a reação da kris, cute :3.

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    1. Muito obrigado por ler e comentar querido <3, fico muito feliz xD
      O treinamento da chikorita tbm me emocionou enquanto eu escrevia, amo muito ela como personagem, ela realmente tem uma pressão grande sobre si, precisava provar pra ele e pra si mesma, fora os sentimentos dela que são esmagados tanto por ele quanto por si.
      Eu adoro esses aspectos de cherrygrove e uma coisas dos jogos que eu amo é a água/praia, portanto eu precisava de uma cena marcante nesses locais xD.
      que bom que gostou da luta, eu queria uma luta nesse capítulo pq a Kris precisava de experiência e noção de batalha, fico feliz que tenha gostado.
      Caterpie icone da fanfic todos concordam, quando decidi que ela teria um, quis que não fosse algo qualquer então preparei algo especial pra ele no processo de evolução, que é algo rápido, porém deveria ser marcante, obrigado por comentar e fico feliz que tenha lido <3

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  2. Oi jojozinho
    A senhora acha mesmo que lacra? Achou certa, otaria
    Cap ta lindo, ele é muito bonito e o ethan não apareceu aqui, mas imagino que não seja necessário, Silver teve um momento muito bom com Chikorita (CHIKOOOOOOOO REBOLA) e é ótimo ver todo o treino dela, mas principalmente a meneira como ele acontece, as expressões que o Silver usa, a maneira como ele cuida dela e trata ela, tudo, reflete bastante do que ele é como personagem e gosto muito disso, tanto ele como Kris tem suas personalidades muito bem explícitas, com várias associações ao mar para Kris que gosta muito do mar e dos Water type, simplesmente fabuloso, jojo.
    O momento da Kris com a mãe dela é bem divertido e a batalha foi legal com o Stantler lacração do deboche meireles ke
    O que eu mais gostei mesmo na luta nem foi ela em si, mas o contexto, acho que nunca tinha lido uma luta de mãe e filha, já vi a Dawn lutando com a dela no anime acho, mas é a primeira vez que leio uma mesmo, e essa me chamou ainda mais atenção pela forma como tivemos uma cena muito íntima das duas antes, eu gostei realmente disso e não tenho nada a reclamar
    quase que me esqueço do ruan gente teve muita coisa ke
    gostei dele até, o propósito dele ali foi bem definido e o cap é muito voltado pra construção do pensamento da kris e desenvolvimento dela antes da competição do próximo capitulo, as palavras dele certamente ajudaram e eles parecem bons amigos, embora eu não goste tanto dele por motivos de cismei ke PORÉM A OST DO CENTRO POKEMON ME FEZ SENTIR-ME NUMA BALADINHA TOPERSON, CARALHO VIU, QUE ISSO, ESSE MAGNETON DEVE REQUEBRAR TODA HORA, IMAGINANDO OS POKES MORRENDO POREM REBOLANDO DEVE SER LINDO ESSE LUGAR
    voltando, agora a parte do Caterpie, bem fofo ele aliás, tá se achando a fonfonzinha fazendo drama pq não quer evoluir, até entendo, metapod mais feio q @, você quer everstone, nene? eu te dou
    mentira, estou apenas brincando, o momento dele é sem dúvidas o meu preferido da fanfic até agora e foi bem marcante, a ost que usou (perfeita) dá um toque a mais pra cena e ainda passa mais emoções, é lindo ver a kris sendo psicologa e o caterpie se sentindo confortável e evoluindo, imagino que terá problemas pra evoluir mais uma vez e como metapod é de fato um estágio temporário, deve ser dificil ter que se acostumar com metapod e depois esquecer para ser butterfree, mas vai valer o esforço, desenvolvimento lindo xD
    Totodile é muito divertido e ver o 3 atuando como um time é muito cativante, gostei muito mesmo
    ontem mesmo estava me perguntando pq vc estava demorando tanto pra postar esse aqui, fico feliz que eu esteja acompanhando sem me atrasar e parabéns pelo bom trabalho, ansioso para o próximo <3

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    1. Oi gata tudo bom? Ke
      Ai eu fico muito feliz que tenha gostado e lido até aqui, querido <3
      O momento do Silver é bem especial pra relação dele com a Chikorita num geral e eu fico feliz que tenha gostado, eu me esforcei bastante pra mostrar a personalidade do Silver, ele não é um simples garoto que não liga pra nada, ele não quer voltar a ser preso e por isso ele precisa que a chikorita fique forte o mais rápido possível.
      Tentei destacar também a personalidade da Kris e como ela morava na cidade, fazer com que realmente ela tivesse momentos ali e pessoas que se importassem com ela ou algo do genero, fico feliz que tenha percebido.
      O momento da Kris com a mãe dela é claramente um dos meus preferidos pq sla a relação delas pra mim soa natural e achei bom fazer essa luta, já que a Kris precisava, porém não teria um adversário de fato pq ela não procuraria, and o Ruan serve justamente pra mostrar um pouco mais dos sentimentos que a Kris esta escondendo ou que estão prejudicando ela e serve como lembrete da competiçõ tbm xD.
      A OST É LINDA E TODOS CONCORDAM.
      Caterpie o momento dele é bem singular e especial, muito feliz que tenha gostado de tudo, eu queria que ele fosse um caterpie diferente e acho que ele acabou se tornando um grand personagem na fic, e marcando o capítulo de alguma forma então é bem gratificante ver que esta valendo a pena, Totodile é um dos meus preferidos e adoro escreve-lo, até pq ele é bastante imprevisível, and tentei o máximo pra kris e os pokemons parecem um time e melhorarem suas relações aqui.
      E obrigado por acompanhar querido, é muito importante pra mim, te amo <3

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  3. Oi Jooo!
    Dscp a demora pra ler mas enfim consegui rsrs
    Senti que tanto a história quanto os personagens tiveram um bom avanço neste capítulo. Podemos conhecer melhor cada um deles, a forma como pensam e treinam, seus medos e expectativas. Devo dizer que fiquei com uma raivazinha de Silver por ser tão duro e frio com a Chiko... Tadinha, gente! Fazer um pokémon inexperiente ficar se jogando contra uma rocha é bem cruel, e o pior que a coitadinha segue todas as ordens dele esperando ser amada. Fiquei com muita pena dela.
    Mas em compensação Kris está sempre sendo compreensiva e dedicada a seus pokes mesmo sendo insegura. Gostei de conhecer a mãe dela, e a batalha com certeza será uma boa experiência pra ela mesmo tendo perdido.
    O momento de Caterpie foi algo que não esperava, eu não gosto de pokes insetos mas até consegui sentir certa simpatia por ele kkk
    Estou ansiosa pra ver como Kris se sairá na competição, foi um ótimo capítulo e adorei as trilhas sonoras tbm!

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